"Não te esqueças de Mim" – Parte 2 (Final)

“NÃO TE ESQUEÇAS DE MIM”

Gustavo Rocha

Parte 2 – Final

O post anterior conta a história do Gênesis; revela que Deus ao individualizar-se e criar seu Universo, sussurra uma pequena advertência a cada uma de Suas consciências individuais: “não coma do fruto da árvore do conhecimento, ou então você me esquecerá”.

Antes de Deus desdobrar-Se e criar Seu Universo, Ele era uma existência concentrada, somente o Grande Oceano existia – silencioso, quieto, imóvel, ainda não havia ondas ondulando na superfície do Oceano. Esse estado anterior à criação do Universo é o estado em que Deus é compreendido como sendo o “Nada”, é o estado em que Deus existe como um Ser Não-Manifesto. Então, de repente, Deus, de Si mesmo, escolhe desconcentrar-Se, individualizar-Se, e Se manifestar em forma de muitos. É infinita a variedade de formas que Deus passa a criar e apresentar de Si mesmo. E é nesse “ponto” que surge o homem. E é exatamente nesse “ponto” que, agora, algo precisa ser dito. Algumas coisas muito importantes precisam ser compreendidas: Quando nasce a alma? Em que momento da história da criação de Deus esse acontecimento de “Deus escolher Se individualizar e Se manifestar” acontece? A resposta é: “a todo momento!”.

A história do Gênesis é somente uma alegoria criada para revelar o que está acontecendo, a cada instante, com cada uma das consciências individuais criadas por Deus. Não se trata de algo que aconteceu em algum momento do passado; o Gênesis descreve o que está acontecendo a cada instante; o Gênesis está acontecendo AGORA. A cada momento vivido, o homem está nascendo, está sendo criado e manifestado por Deus. Por que “a cada instante?” Como é possível ao Gênesis estar ocorrendo a cada momento? É possível compreender isso, se entendermos corretamente o significado do que venha a ser o “Agora”.

“Agora” é uma palavra quântica; e em seu sentido espiritual ela procura transmitir o significado de ser um fenômeno quântico. Significa que, assim como Deus, o Agora está livre, desvinculado, desconectado de toda e qualquer a espécie de coisas. Isso faz com que possamos dizer: “O Agora é! O Agora é o que é“. E nada mais pode ser dito sobre ele – absolutamente nada -, não há coisa alguma que possa ser usada como pretexto para explicar ou justificar o que existe e está inserido dentro do É.

A cada momento o homem está nascendo – e está nascendo pela primeira vez! O homem está sendo constantemente re-criado por Deus. Ele morre e renasce a cada instante, a cada “Agora”. O homem só existe Agora! E o que existe Agora nada tem a ver com o que estava existindo no Agora anterior. No plano da superfície parece haver continuidade, mas não é assim. Quando um “Agora” se vai, ele se vai totalmente, não sobrou nada dele, de modo que nada permanece – nem mesmo o rastro. O Agora nunca é uma existência alterada, transformada, modificada a partir do anterior. Não há elos. A Realidade mostra que cada “Agora” existe isolado. Compreender isso lhe dá condições de entender o sentido espiritual do verbo “é”. Quando se diz espiritualmente que algo é — que Deus é, que a Sabedoria é, que o Amor é, que a Harmonia é, que a Vida é — essas afirmações são feitas a partir desta compreensão espiritual sobre o Agora.

Mas a visão que o mundo conserva do “Agora” é a de que ele vem a ser um instante inserido no contexto linear de tempo (passado, presente e futuro). O mundo apresenta um conceito linear de tempo, e por isso enxerga o “Agora” de uma maneira completamente distorcida. O “agora” mundano nada mais é que o “presente” existente na linearidade do tempo. E o Agora espiritual é não-linear: ele é descontínuo, é desconexo, é quântico, e possui uma qualidade e significado diametralmente opostos àquilo que o mundo conhece e chama de “agora”. É importante ter essa visão em mente. A velha noção acerca do Agora precisa ser abandonada, e o entendimento de um “Agora” descontínuo deve ser conservado na mente. Por que “na mente?” Porque a nós nada é possível ser feito ou percebido sem a mente. Tudo o que existe de Real no Universo existe eternamente, existe intacto, sem nunca mudar. E dependendo do conceito ou idéia (crença) que a mente mantém do Universo que vê, ela distorce a Realidade com que está em contato e a vê segundo suas próprias noções, conceitos, idéias, crenças. A mente que apresenta a distorção da Realidade é semelhante a um espelho embaçado; para que ele possa refletir fielmente a Verdade/Realidade, precisa limpar-se completamente de seus conceitos, suas crenças, idéias. Quando isso é feito, a mente torna-se um espelho límpido, transparente como vidro cristalino, e assim a Realidade, a Verdade, poderá ser percebida pela mente tal como existe verdadeiramente.

O olhar que o mundo conserva do Agora faz com que a mente coletiva da humanidade tenha uma compreensão errada, distorcida; o mundo alimenta a crença/ideia de que cada momento do tempo existe alinhadamente, de modo que o momento presente esteja de alguma forma relacionado ao momento anterior. Isso retira do Agora a liberdade e o poder absolutos que lhe são inerentes, cria para ele uma relação de dependência para com “coisas passadas”. E se o homem, com sua mente individual, não conscientizar-se de tal crença coletiva que a humanidade alimenta, e não fizer esforços conscienciais, direcionando-os em sentido contrário, acabará por ser carregado pelas correntezas da mente coletiva, ficando preso às limitadas percepções/compreensões que a humanidade possui do mundo. E permanecerá imerso nessa ignorância junto com a humanidade até que desperte e realize esforços no sentido contrário às crenças e idéias do mundo. O homem pode libertar-se de seu passado a qualquer momento, assim que erradicar as crenças e idéias errôneas que possui arraigadas no fundo da mente. O homem existe em um estado de absoluta liberdade – apenas não sabe disso. E quando, afinal, ele compreender e souber que a Verdade é que ele existe em estado de absoluta liberdade, poderá libertar-se de todas as limitações (as quais ele próprio se agarrava/ segurava em sua mente) e desfrutar de tudo o que já existe na Realidade que Jesus chamou de “Reino de Deus”, que já está preparado/pronto “desde o princípio dos tempos”. Mas para isso, é importante que o homem compreenda e aceite totalmente a ideia e o sentido de que o Agora é descontínuo, e portanto completamente desvinculado de qualquer acontecimento do passado.

O tempo só existe quando o homem pensa nele em termos de continuidade, linearidade. Não há sentido em se falar de “tempo” quando se compreende que o Agora é não-linear, descontínuo, desconexo, isolado, livre, independente – o tempo simplesmente não existe. O homem que realiza esta compreensão desagarra-se e sai fora da ideia de “tempo”, transcende a crença alimentada pela mente coletiva da humanidade, e percebe que, na realidade, o tempo não existe. E passa a viver no eterno Agora.

Tudo isso foi dito apenas por um único motivo: fazê-lo compreender que a existência, o Universo inteiro, está sendo criado por Deus, a cada instante. A cada instante (que na verdade não existe, pois só o Agora existe) Deus está criando o homem e pedindo “não coma da fruto da árvore do conhecimento”. E se Agora você escolher “não comer” do fruto, então você não se esquecerá de Deus, então você não se esquecerá de “Quem você é”. Você não será “expulso do Jardim do Éden”, você permanecerá nele. E estará vivendo aquele estado de ser – absolutamente livre, absolutamente bem-aventurado – que os ensinamentos espirituais chamam “Iluminação”. A Iluminação é possível ser atingida a qualquer momento – só pode ser atingida Agora! Esses são os mistérios da existência. O Gênesis está acontecendo na história da criação exatamente Agora. Exatamente Agora, Deus está criando a sua Criação – e pela primeira vez. Entenda isto! PELA PRIMEIRA VEZ! E liberte-se das amarras do tempo! Aprofunde-se nessa percepção, contemplando-a, até finalmente perceber que Deus cria o Universo apenas uma vez: AGORA.

"Não te esqueças de Mim"

“Não te esqueças de Mim”

Gustavo

Parte 1

Deus é tudo! Mas como a humanidade caiu em pecado? Se tudo o que existe é autoexpressão de Deus, como pôde a humanidade cair dentro de uma percepção de ‘separatividade de Deus’? Como pôde a humanidade iludir-se e cair em “pecado”?

Deus é UM; essa Unidade aparece como sendo muitos, ou seja: o Deus Universal aparece como a vida individual de cada um dos seres existentes. No entanto, “no momento” em que Deus Universal individualiza-se, Ele sussurra suavemente à cada uma de Suas consciências individuais:

“Eu sou UM, mas estou me individualizando. Apesar disso, não acredite na infinidade e na diversidade de coisas que aparecerão”daqui pra frente”. Aqui tudo sou EU. Eu apenas escolhi me desconcentrar, apenas escolhi me descentralizar, mas não vá perder de vista a visão de “Quem sou eu”, nem perca de vista a visão de “quem você é”. Não acredite na diversidade de aparências que irão surgir a partir de agora, pois ‘em si mesmas’ elas nada são. Se acreditares nisso, tu te esquecerás de Mim. Apesar de eu estar me descentralizando, não há nada para se conhecer verdadeiramente, pois Eu continuo sendo tudo aqui – inclusive você. Não coma do “fruto da árvore do conhecimento”.

Essa é a advertência que Deus dá a cada uma de Suas consciências individuais, quando são manifestadas e passam a existir. Deus é o Oceano. Toda consciência individual existente nasce do Grande Oceano — são ondas ondulando na superfície do Grande Oceano. No exato momento e no exato ponto em que o oceano começa a assumir a forma de onda, ele sussurra aos ouvidos de cada uma delas: “Não se esqueça do lugar em que você se encontra; você está em Mim. Eu estou aqui. E isto é tudo o que há para se conhecer, não comam da fruta da árvore do conhecimento, ou você me esquecerá”. Mas, por curiosidade e até mesmo por inocência, muitas ondas experimentam comer da fruta da árvore do conhecimento, só para ver o  que acontece — apenas para saber o que ela é, o que ela faz. Nisso, essas ondas esquecem-se da sua ligação com o Grande Oceano e começam a enxergarem a si como se possuíssem uma existência em si mesmas, independente do Grande Oceano no qual elas se encontram. Essa é a história do homem. Foi assim que “surgiu” este mundo ilusório com o qual muitas das ondas individualizadas estão sonhando.

Quando a alma individual nasce, ela nada sabe — ela acabou de nascer. Deus se dividiu em muitos e, numa dessas divisões, assumiu a forma de alma individual. O Universo é todo feito/constituído de Deus — e Deus sabe disso. Mas a alma, por ter acabado de nascer, por ter ela nascido sem nada saber, tem o potencial de acreditar no universo desdobrado de Deus, vendo tudo de forma separada, e também tem o potencial de permanecer na mesma visão que Deus conserva de seu Universo: a de que, embora no Universo desdobrado tudo pareça estar separado, ele é, em verdade, Deus. Por isso, no exato momento quando a alma nasce, Deus a adverte: “não coma do fruto da árvore do conhecimento”. Mas ela é livre para acreditar nas infinidades de aparências que se formaram, se ela quiser. A alma nasceu num momento em que o Universo de Deus já estava desdobrado. Antes disso, ela não existia para ver que “somente o Grande Oceano estava lá”. E é por isso que, ao nascer, há a possibilidade de ela acreditar no universo desdobrado como algo separado de Deus, sem relacionar esse universo desdobrado a Deus. Ao nascer, a alma precisa de uma advertência, precisa ser avisada de que o Universo que ela está vendo não é aquilo que aparenta ser. Mas Deus, o Grande Oceano, concede à alma individual essa advertência, dizendo: “cuidado! não coma do fruto da árvore do conhecimento”. De qualquer forma, qualquer que seja a escolha que a alma faça, isso faz parte do plano de Deus. Deus já havia colocado isso em seus planos no momento em que decidiu se desdobrar. Ele soube desde o início que as almas nascidas poderiam confundí-Lo com as diversas formas que Ele passaria a assumir.

Portanto, qualquer que seja a escolha da alma, não há problema algum. Se uma alma, por curiosidade, escolheu comer do fruto da árvore do conhecimento, isso já fazia parte dos planos que o Grande Oceano tinha quando resolveu se individualizar. Da mesma forma, as almas que optaram por seguir o conselho dado pelo suave sussurro do Grande Oceano, também tomaram parte no plano de Deus. Era plano de Deus que cada alma individual tivesse o livre arbítrio para seguir o caminho que escolhesse. Em Seu plano havia dois caminhos: optar por seguir o caminho Absoluto (não comer do fruto) ou acreditar na infinidade e diversidade de aparências que “surgiram” no momento em que Deus se individualizou/se relativizou (comer do fruto). Aqueles que escolheram não comer do fruto, hoje estão vivendo suas vidas em “algum lugar” em Deus (desconhecido por nós). Aqueles que preferiram comer, ainda estão em Deus, mas estão esquecidos dEle, porque passaram a acreditar nas inúmeras formas do Universo desdobrado de Deus, como se elas existissem em si mesmas (separadas de Deus). Quando o homem crê que o universo desdobrado/descentralizado é uma criação separada de Deus, como se possuísse existência em si mesmo, o homem se retira do referencial ABSOLUTO e se coloca num referencial que é imensamente, infinitamente, totalmente relativo. O ABSOLUTO e o relativo não podem coexistir simultaneamente. Um existe sozinho, conhece apenas a si mesmo, expressa apenas a si mesmo — está sempre em um estado de autocontemplação. O outro está imerso num mar de infinitas relatividades, onde tudo — qualquer coisa — pode parecer ser a verdade, dependendo do modo como é olhado/visto. O mundo relativo é um mundo de infinita perdição. Apenas o ABSOLUTO é a verdade, apenas o ABSOLUTO é a existência verdadeira. Quando se está em um, a alma precisa esquecer-se do outro, e vice-versa. A existência relativa não conhece a existência absoluta, e a existência absoluta não conhece a existência relativa — Deus se dividiu, se diversificou, se relativizou, mas NUNCA se iludiu com sua “criação”, nunca deixou de saber que tudo era Ele, nunca perdeu a noção de quem Ele era, — eis a diferença. E conhecer a Verdade liberta.

A liberdade em Deus é tão grande que, no momento em que Ele – o Grande Oceano – individualiza-se na forma de uma infinidade ondas (mas sem jamais deixar de ser o Grande Oceano), tudo é tornado possível: de forma que muitas optam por não comer do fruto da árvore do conhecimento, enquanto outras, por curiosidade, escolhem experimentá-la. Em Deus não há nada para ser conhecido. Eis porque se você comer do “fruto da árvore do conhecimento”, você é “expulso do paraíso”. A visão do referencial divino faz com que Deus seja o conhecedor, o objeto conhecido e o próprio processo de (auto)conhecimento — Deus é tudo! Nada resta para ser conhecido em Deus; nada há para se acontecer. Tudo já está feito! As obras de Deus são permanentes, eternas, imutáveis — o Reino de Deus já foi preparado e concluído desde o princípio de todos os tempos. Agora que você já conhece essa história, mude o seu referencial. Tome essa resolução. Tudo o que é relativo nunca é verdadeiro, apenas aparenta ser. A Verdade, por ser absoluta, conhece a verdadeira liberdade — Ela é livre e liberta os que A conhecem. Como poderia a Verdade ser Verdade, se não for, em si mesma, absoluta, livre, autônoma, independente? Não há como. A Verdade, por natureza, é absoluta, tem de ser! A verdadeira liberdade existe na realidade única do Absoluto. E o Absoluto é Essência, é Amor, é Alma, é Espírito, é Vida, é Deus, é Tudo o que existe. Um olhar atento revela que o Oceano, o Grande Oceano, é tudo o que realmente existe. Só existe Deus.

Continua…>

A MÍSTICA DE "O CAMINHO INFINITO"

 

A MÍSTICA DE “O CAMINHO INFINITO”

Lorraine Sinkler

 

A essência de O Caminho Infinito, seu coração e sua alma, estão em sua mística. Neste caminho não temos que lutar  nem mentalizar para obter o que já temos, ou para ser o que  já somos. Nossa única necessidade é a de arranjarmos períodos suficientes de silêncio, de quietude interna, de tal forma que a Consciência que constitui a realidade de nosso ser, possa aflorar em expressão através de nosso consciente contato com Ela.

 

A consciência humana envolve sempre um conceito de separatividade, de dualismo, de muitas mentes, muitas pessoas, muitos poderes. Quão diferente é tudo isso  da Consciência mística, que é a consciência do Um, aquele Um-Eu-Sou! Esta é a Verdade sobre cada pessoa, e este conhecimento “nos torna um” com todos os demais seres.

 

Transcendendo o visível rumo ao invisível, ficamos no mundo mas vendo através dele. Sabemos que existe unicamente o Um, a despeito das aparências; sabemos que unicamente este Um está em operação. Somente Deus é, e Deus está sempre sendo, sempre aparecendo como Consciência espiritual individual, totalmente pleno e Auto-completo. A consciência humana está sempre  padecendo de um conceito de separatividade, e portanto, o foco está sempre em “se buscar algo”. Ela acredita ser dependente de alguma pessoa ou grupo, mesmo de um praticista ou mestre espiritual “exterior”. Isso não é verdade! A plenitude da vida, tudo de que necessitamos, já existe incorporado à nossa Consciência, e não precisamos lutar para obtê-lo. Todas as pessoas que devem fazer parte de nossa experiência já estão em nossa Consciência, onipresentes agora.

 

“Eu vim para que todos tenham vida, e que tenham vida com abundância”. Este “Eu”, o Espírito de Deus, está dentro de nós, de modo que podemos ser uma luz para aqueles que ainda não tem este conhecimento de que, também dentro deles, esta mesma Luz já está brilhando em sua plenitude. Estamos agora nos voltando deste buscar e lutar por conseguir, para podermos somente ser; ser esta Consciência divina que  já somos. Estamos agora despertando para a Consciência mística de que “Eu tenho alimento que o mundo desconhece”, a comida eterna que nos alimenta e  sustenta.

 

Perguntemo-nos:”O que eu possuo como aquela Consciência mística? Na quietude, escutamos a resposta: “Eu tenho amor, e eu posso irradiar amor ao mundo, em quantidades ilimitadas”. A Consciência que eu sou, tem o pão da vida para compartilhar, a percepção de que “nem só de pão vive o homem, mas da palavra espiritual da Unicidade.”A Consciência mística sabe que eu desconheço qualquer senso material, por ter conhecimento da integralidade do universo espiritual.

 

O Meu Reino é o centro da paz eterna, uma paz todo-abrangente, um amor todo-envolvente, em que ódio algum jamais pode penetrar. Não vejo nem bem nem mal, por habitar neste Reino interior. Não necessito de nada, não tenho desejo algum, porque tudo já me está disponível: como Deus, em Deus e através de Deus. Tudo já está cumprido. Nesta paz não há discórdia, não existe desarmonia. O Meu Reino é um estado de preenchimento divino, em que tudo o necessário à plenitude da vida se mostra disponível no exato momento em que for requerido.

 

Eu volvo a atenção “deste mundo” àquele Reino interior.  Nada tenho a ver com problemas, pecados, doenças, carências, ódios e batalhas deste mundo, exceto não fazer julgamento algum, exceto orar, exceto perdoar e confortar, e deixar que jorre livremente, a este “vale de lágrimas”, o infinito amor e misericórdia de Deus que está dentro de mim. Assim fazendo, eu me aproprio de meu divino direito, que é  a bênção que o Pai faz jorrar sobre mim. Ele vê a Si mesmo como o meu ser, e diz: “Este é meu filho amado em quem me comprazo”. E eu, de minha parte, reconheço: “Eu e meu Pai somos um”, e “é do agrado do Pai dar-me o Reino”, agora, sempre e eternamente. Se não alcançarmos esta percepção, facilmente cairemos na armadilha de acreditar que o mundo conhecido através dos cinco sentidos é o único mundo real. Mas pelo contrário, ele é um mundo irreal, por estar sempre em mutação e flutuação, enquanto o Mundo da Realidade é um estado de ser eternamente completo, sempre Se desdobrando e Se revelando à nossa percepção. Nós temos uma tarefa a cumprir neste mundo, a tarefa de dissolver a consciência humana e ascender à dimensão superior da vida. Todos os problemas ficam resolvidos, não por serem enfrentados, mas sim, por nos deslocarmos dos problemas para viver no referencial da Consciência espiritual, que desconhece problemas. Todos os problemas se baseiam na consciência humana; contudo, todo assim-chamado poder deste mundo pôde ser desmascarado como sendo não-poder, por aqueles que se elevaram acima da consciência humana. Esta é a nossa missão final: dissolver a consciência humana, primeiro para nós mesmos, e depois, para o mundo.

 

Se aprendermos a ir para dentro de nós mesmos, sem lutas, sem desejos, tudo que nos for necessário se revelará e aparecerá externamente. Quão reconfortante é o pensamento: “Nada pode ser acrescentado e nada pode ser tirado da Consciência infinita que Eu Sou, pois, eu já sou realizado e Autocompleto em Deus”.

 

Repousemos, agora, na percepção de nossa própria Consciência infinita já completa. Esta Consciência desconhece desapontamentos, sem se importar  com o que possa estar acontecendo externamente. Nós habitamos na Verdade de que “Eu já sou completo”. Dediquemo-nos a esta conscientização,  por nos interiorizarmos, momento a momento, àquela conscientização para podermos vivenciá-la e praticá-la no mundo.

 

Conscientize sua Filiação divina, sua herança divina como um filho de Deus, ame supremamente esta divina Consciência; comungue com Ela, habite nEla; e então, deixe Sua luz brilhar através de você com toda a Sua plenitude e com toda a Sua glória. “Minha glória não será dada a outro”. Deus concede Sua glória somente a Si mesmo, aparecendo como nossa própria Consciência divina. No Silêncio e na Quietude, Deus Se glorifica como cada um de nós, para que possamos ser instrumentos de Sua paz,  Seu amor e Sua vida. Se Deus  tem feito a doação de Si mesmo como o ser que cada um de nós é, isto é para que possamos elevar a consciência de toda a humanidade. Assim,  abramos os portões do templo de nosso ser, para que o Rei da Glória interna possa irradiar todo o Seu esplendor.

LEI DO CAMINHÃO DE LIXO

LEI DO

CAMINHÃO DE LIXO

(Autor Desconhecido)

Um dia peguei um taxi e fomos direto para o aeroporto.
Estávamos rodando na faixa certa quando de repente um carro preto saltou do estacionamento na nossa frente.
O motorista do taxi pisou no freio, deslizou e escapou do outro carro por um triz!
O motorista do outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós.
O motorista do taxi apenas sorriu e acenou para o cara.
E eu quero dizer que ele o fez bastante amigavelmente e sorridente.
Diante do inusitado eu perguntei: ‘Porque você fez isto? Este cara quase arruína o seu carro e nos manda para o hospital!’
Foi quando o motorista do taxi me ensinou o que eu agora chamo de

“A Lei do Caminhão de Lixo”.
<!–[if !supportLineBreakNewLine]–>
<!–[endif]–>

Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo. Andam por ai carregadas de lixo, cheias de frustrações, cheias de raiva, e de desapontamento. A medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de um lugar para descarregar, e às vezes descarregam sobre a gente. Quando isso acontecer com você, não tome isso pessoalmente. Apenas sorria, acene, deseje-lhes bem, e vá em frente. Não pegue o lixo delas e espalhe sobre outras pessoas, seja no trabalho, em casa, ou nas ruas.

O princípio disso é que pessoas bem sucedidas não deixam os seus caminhões de lixo estragarem o seu dia. A vida é muito curta para levantar cedo de manhã com remorso ou com raiva. Assim…, ame as pessoas que lhe tratam bem e ore pelas que não o fazem.

A vida é dez por cento o que você faz Dela,

e noventa por cento a maneira

como você a recebe!

MATÉRIA

MATÉRIA

Seicho-no-Ie

A saúde verdadeira não está na matéria, não está no corpo. A Vida verdadeira não está na matéria, não está no corpo; vosso Eu verdadeiro não está na matéria, não está no corpo.

No âmago da matéria, no âmago do corpo, existe um ser sumamente perfeito e maravilhoso. Este, sim, é o vosso Eu perfeito, exatamente como Deus o criou, e é a Vida eternamente saudável e imperecível. Transcendei, vós, agora mesmo a matéria, e conscientizai a Imagem Verdadeira de vossa própria Vida.

MANIFESTE A GRANDEZA QUE EXISTE DENTRO DE VOCÊ

MANIFESTE A GRANDEZA QUE

EXISTE

DENTRO DE VOCÊ

Masaharu Taniguchi

 

Aquele que tem a convicção de que ele é realmente um filho de Deus, que possui dentro de si a grandeza e a capacidade infinita para vencer quaisquer obstáculos, jamais deixa a sua força de vontade esmorecer diante das dificuldades tais como a deficiência física, as críticas, as oposições ou maldades. Quando se aproximam as dificuldades, ele as transforma em esmeril para seu polimento e ferro para forjar a sua alma. É uma ótima oportunidade em que se fortalece ainda mais a sua vontade, redobra-se a sua coragem de agir e jorra tempestuosamente uma força vigorosa capaz de suportar e dominar as dificuldades.

 

O AMOR NÃO FALHA

Masaharu Taniguchi

Viver junto com Deus significa tornar-se uma pessoa que distribui o amor, pois Deus é amor. Justamente quando toda a humanidade se tornar distribuidora do amor é que surgirá o Paraíso na Terra.

Em tudo que fizermos, no falar ou no negociar, se agirmos emitindo antes o sentimento de amor –  O AMOR DE DEUS TE ABENÇOA ATRAVÉS DE MIM – o nosso caminho se tornará suave e prazeroso, e o êxito será maior.

O ódio pode falhar, mas o amor não falha. O ódio provoca conflito, mas o amor traz infalivelmente a paz.

Devemos fazer do “sentimento de amor” o instrumento da nossa vida cotidiana e aplicá-lo em todos os aspectos.

O "MAL" NÃO EXISTE NA REALIDADE

Masaharu Taniguchi

Somente Deus e a Sua criação são existências reais. Creia nisso! E creia unicamente na existência do “Bem”, pois todas as criaturas de Deus são necessariamente “boas”. As coisas más, por mais que pareçam existir, afinal são irrealidades. Não devemos ceder à sugestão hipnótica do mágico chamado “pensamento coletivo da humanidade”, que mostra as coisas inexistentes como se realmente existissem. O que não existe, por mais que pareça existir, não existe.

Certa vez vi pela televisão um número de ilusionismo no qual um mágico da Índia “decapitou” uma linda moça, ali mesmo no palco. Mas a moça que parecia ter sido decapitada reapareceu minutos depois no palco, toda charmosa e sem nenhum ferimento, cumprimentando o público. Os males são como aquela mágica. Por mais que você esteja sofrendo desgraça ou pareça estar doente, na verdade estas coisas não existem, e não passam de situações em que se acha hipnotizado pelo hipnotizador chamado “pensamento coletivo da humanidade”.

NÃO HÁ DERROTA PARA UM FILHO DE DEUS

UNIDADE

Um verdadeiro homem e uma verdadeira mulher se conhecem na hora da adversidade. São como o alóes que nos delicia o olfato quando está no fogo. Assim também as virtudes se demonstram na luta.

Aquele que cultiva os valores internos são invencíveis. Em vez de se abaterem, saem fortalecidos da refrega. Como diz o sábio Shiraz: “Já viram o ouro perder valor por cair na lama? Já o pó, mesmo que se eleve ao céu nas asas do vento, continua pó. Um íntimo nobre sempre o é, mesmo em pobreza e aparente desonra, ao passo que a pessoa sem valor interno, continua desprovida, mesmo na opulência. O nobre de alma jamais perde o que tem e logo reencontra a prosperidade que lhe corresponde por direito de nível de ser”.

Se V. está passando por qualquer desafio, inspire-se e fortaleça-se nestas palavras de verdade. Nada e ninguém podem arrebatar as capacidades, os talentos e a confiança de uma pessoa internamente rica. Ainda que perca as coisas, restam-lhe os meios que a levarão a recuperar em dobro o que tinha, em razão da experiência acrescida.

“O nascido de Deus vence o mundo”.

I João 5:4

A PERFEIÇÃO DA IMAGEM VERDADEIRA

Masaharu Taniguchi


Silenciosamente feche os olhos para o
mundo fenomênico e mentalize
o panorama do mundo perfeito da Imagem Verdadeira:


É repleto de bondade, é repleto de bondade;
é repleto de harmonia, é repleto de harmonia;
é repleto de beleza, é repleto de beleza;
é repleto de amor; é repleto de amor;
é repleto de saúde, é repleto de saúde;
é repleto de conforto, é repleto de conforto;
é repleto de Deus, é repleto de Deus;
é repleto de boas idéias,é repleto de boas idéias.

Todos os países, todos os homens estão harmonizados e se confraternizam.

Neste momento,aqui, é o Paraíso,
neste momento, aqui,
é o Paraíso…

Ao mentalizar assim, neste momento você está no Paraíso,
exatamente como mentalizou, pois o pensamento
é a única força que tem existência real,
e o mundo material não passa de sua imitação (projeção do pensamento).
E então, este mundo, que não passa de imitação,
começará a se transformar para o lado bom, para o lado belo,
para o lado saudável e para o lado harmonioso,
movido pela força concretizadora
do pensamento.

VIVA CENTRADO NO SER

Roy Eugene Davis

Leve esta lição a sério, quando for meditar: viva centrado na consciência do ser; veja todas as coisas agora disponíveis para você. Quando meditar, lembre-se: você já está no centro interno puro e perfeito. Não há nada a atingir, somente há aquilo que já é autocompleto, a ser reconhecido e experienciado conscientemente.

Durante a calma da meditação, quando uma corrente de pensamentos se dissolve antes que outra surja, durante este interlúdio, a superconsciência (Mente de Cristo) é experienciada. Com prática paciente, estes interlúdios tornar-se-ão de duração mais longa, até que a mente fique clara e prevaleça a consciência pura.

Retenha a calma da meditação à medida que vá se envolvendo com suas atividades cotidianas. Começará a perceber que, seja o que for que ocorra com você, terá uma qualidade semelhantes ao sonho. Você será capaz de ver através das superficialidades da matéria as causas que subjazem por trás dos acontecimentos e circunstâncias. Discernirá, sem julgamento, o comportamente mecânico e irrefletido de muitas pessoas e irá lembrar-se de como você era antes. Aprenderá a decidir o que é importante em sua vida e a desistir de coisas não importantes. Tornar-se-á desapaixonado, calmo, livre de julgamentos pessoais, não mais apegado emocionalmente ou muito envolvido com a vida. Apreciará a vida e experimentará o prazer, mas a apreaciação e a busca de prazer não dominarão sua razão.

Compreenderá que já tem tudo, porque a consciência é todo-inclusiva. Pessoas ao seu redor poderão estar experimentando o inferno de suas próprias criações ou sofrimentos que podem ocasionar uma purificação, ou o que quer que seja que elas possam considerar ser a mais elevada felicidade humana: enquanto isto, você viverá no céu, perfeitamente claro, consciente e preenchido, porque despertou de todo aquele antigo envolvimento de sua atenção.

Sua condição iluminada infundirá na consciência coletiva a luz e influência redimidora. Você não terá de se esforçar em mudar o mundo, porque terá mudado sua visão do mundo. O bem fluirá de você e é Seu desejo que prevaleça.

Observe as orientações, os preceitos. Não prejudique nada, seja honesto e verdadeiro, disciplinado, generoso, contente, puro, estudioso, devoto meditativo e entregue à vontade divina. Não deixe nenhum dia passar sem sentar-se por um certo tempo, em profundo silêncio, ficando aberto ao infinito. À medida que for fiel à vida, a vida será fiel a você, de forma abundante.

FILHO DE DEUS: EU TE ABENÇÔO

UNIDADE

Diz João em seu Evangelho: “Cristo é a Luz verdadeira que alumia a todo o homem que vem a este mundo”. “A tantos quanto o recebem, dá-lhes poder de serem filhos de Deus”. Tu, pois, que integras conosco este trabalho espiritual, és um Filho de Deus e por ti oramos Nós te abençoamos e te vemos assim como Deus te vê: sadio, amoroso, sábio, pleno, feliz e livre! Contemplamos o Cristo em ti e damos graças antecipadas por todo progresso real que expresses em teu caminho, no desabrochar de teu imenso potencial espiritual.

Assim como reconhecemos o ouro debaixo da crosta de terra que o esconde, assim também, não nos detemos nos transitórios traços terrenos de tua natureza periférica, humana. Preferimos lobrigar o teu Cristo interno e chamá-Lo ao nosso encontro. Então Ele surge, iluminando tua face, dulcificando teu semblante, derramando ternura por teus olhos, enobrecendo tuas idéias, enternecendo teu coração, fazendo-te serviçal e fraterno!

Filho de Deus, nós te abençoamos com toda a convicção da verdade: sabemos quem realmente és e chamamos-te pelo verdadeiro nome, até que reveles tua nobre origem, como o cisne que se julgava um patinho feio. Use, agora, as asas da prece e conhece as alturas da inspiração no Pai, para que tragas, sob tuas penas, as bênçãos que dEle recebes, fazendo-te abençoado e tornando os demais abençoados também.

“E sobre eles virá a bênção do bem”

Provérbios; 24:25

DEUS SE FAZ PRESENTE EM MIM

UNIDADE

DEUS ESTÁ, AGORA E SEMPRE, ATIVO E PRESENTE EM MINHA VIDA

Meditemos esta Verdade: “Em Deus vivemos, nos movemos e temos o nosso ser”. Portanto, nunca pode Ele estar ausente de nós ou de qualquer atividade nossa. Esta convicção muda o teor de nosso dia. Basta que nos abramos a Deus para que Ele nos comunique inspiração, fortaleza ou o dom especial de que necessitemos em certo momento ou tarefa. Com esta verdade não podemos ficar inseguros, temerosos ou desanimados.

Deus Se faz presente em minha vida e em mim, como inteligência superior que me pode dar a resposta certa e mostrar-me as decisões acertadas. Sei quando isso me acontece e sigo avante com fé!

Deus Se faz presente em mim e em minha vida como Amor, predispondo-me à compreensão e harmonia de relacionamentos. Seu amor é uma bênção à minha vida!

Deus Se faz presente em mim e em minha vida como suprimento. A mesma substância provedora que Ele manifestou através de Elisewu e Jesus para multiplicar as coisas, Ele me torna disponível agora, para preencher qualquer necessidade. Ele me faz próspero e útil aos demais.

Porque Eu, o Senhor Teu Deus, tomo-te pela mão direita e te digo: não temas que eu te ajudo!”

Isaías 41: 13

VIVER FORÇADO E MANSIDÃO

Vernon Howard

 

As vidas contrastantes de dois famosos mestres demonstram a diferença entre o Viver forçado e a Mansidão.

Confúcio foi a favor do comportamento público correto. Ensinava bons modos, reforma social e a sujeição aos códigos morais feitos pelo homem. Oferecia fórmulas superficiais para atravessar a vida, reconhecendo que tais banalidades tinham sido tomadas por empréstimo a outros homens. A vida interior da paz cósmica era desconhecida de Confúcio e, ele próprio, uma vítima do Viver Forçado.

Lao-tse foi o oposto. Não dava a menor importância ao desfile público de virtudes autoproclamadas. Fazia ver que as regras humanas de conduta não levam os homens a se tornar realmente morais; ao contrário, proporcionavam máscaras astutas para a hipocrisia e crueldade. Quanto a viver de acordo com os refrões populares, estes criam o sofrimento em massa e a neurose nacional. Lao-tse acentuava o esforço individual no sentido da liberdade pessoal, ensinando que a felicidade está na emanação espontânea do eu natural da pessoa. O próprio Lao-tse era exemplo vivo da Mansidão.

Confúcio beirava os trinta anios de idade, quando visitou Lao-tse, que era então um sábio com seus oitenta. Podemos imaginar o que o sábio disse ao jovem indagador. Entre outras coisas, Lao-tse pode ter mostrado que os reformadores humanos nunca procuram a justiça para seus seguidores; desejam apenas tomar o poder da justiça para si próprios. Podia igualmente ter dito que uma educação formal não significa inteligência, pois a verdadeira inteligência está em viver dentro do ritmo espontâneo da vida, sem astúcia e engano, com lucidez e naturalidade.

Lao-tse era um mestre do Taoísmo. Na marcha para o caminho superior, você pode desejar examinar a literatura taoísta.

O que é a verdadeira inteligência? Entre outras coisas, é ver as coisas materiais do ponto de vista cósmico. Tal ponto de vista demonstra como os artigos materiais se originam de fontes cósmicas. Essa inteligência proporciona a liberdade quanto à preocupação pelo dinheiro e outras posses físicas. Uma vez compreendido que o dinheiro só deve ser utilizado para apoiar a vida no nível físico, e não para a satisfação inconsciente do ego, toda a ansiedade para com o dinheiro desaparece para sempre.

Não se preocupe em ser deixado fora das coisas boas da vida. Não se sinta mal a esse respeito. Mediante o despertar cósmico, você verá que não ficou de fora, nunca esteve. O que costumava achar valioso é visto agora como algo sem valor, e aquilo que você antes ignorava tem agora em conta de tesouro.

Se colocar o desejo de alívio antes do desejo de compreensao, não obterá alívio verdadeiro, nem compreensão. Mas se colocar o desejo de compreensão antes do alívio, terá tanto o verdadeiro alívio quanto a compreensão.

As verdades  falam de modo direto ao eu intuitivo, a quem quer que se mostre receptivo.

VINHETA DE COMPREENSÃO DE DEUS

Vivian May Williams

Os indivíduos não estão demonstrando sua pura Cristo-Consciência, ou espiritualidade, por acreditarem em mente humana e corpo humano. Esse conceito de “dois” é um “reino dividido que é conduzido à desolação”. Enquanto alguém acreditar no bem e no mal irá ter confusão em suas experiências diárias.

AUTO-ESTIMA

José Hermógenes

A auto-estima que defende e promove o ego pessoal é mais um fascinante embuste, pois, quanto mais estimado o ego se sente, maior a decepção que lhe está reservada. Não esqueçamos que ele é um grande impostor com pés de barro. A auto-estima na direção do SER que eternamente somos, é a única que nos convém defender e promover, pois se ampara na eternidade.