COMENTÁRIOS SOBRE “O CORDEIRO DE DEUS DESTRÓI O MAGNETISMO ANIMAL” – 15

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“De fato, vivemos o bem que conhecemos, quando nossos pensamentos provêm de uma humilde sujeição à onisciência de Deus e à realidade daquilo que Deus conhece”.

Quando a autora diz que “De fato, vivemos o bem que conhecemos, quando nossos pensamentos provêm de uma humilde sujeição à onisciência de Deus e à realidade daquilo que Deus conhece”, está simplesmente dizendo que nossa atuação será com a “Mente de Cristo”, que se torna “conscientemente” a “Mente que temos”, por terem sido  calados os “pensamentos mortais”. Por isso ela diz: “O Cordeiro age quando temos desejos puros de glorificar a Deus e elevamos os conceitos que entretemos a respeito de nosso próximo, ao sermos receptivos sem restrições à orientação da luz da Verdade”.

Tais “desejos puros” são nossa identificação com a Mente de Deus, e a citada “elevação de conceitos”, entretidos a respeito de “nosso próximo”, significa a “troca de referencial”:  deixarmos de nos ver, e ao próximo, como carnais, ou humanos, “nascidos sobre a face da terra”, para nos identificarmos como “deuses”.  Significa, portanto, fazermos o mesmo reconhecimento feito pelo apóstolo Paulo: ”CRISTO É TUDO EM TODOS!”

O parágrafo se encerra com a autora nos estabelecendo um procedimento, uma atitude radical de nossa parte:

“CONFIAR implicitamente na onipotência da vontade divina de prevalecer sobre toda forma de mal”! Isto será um sinal de que “esses estados de pensamento são algumas das evidências da ação do Cordeiro no pensamento consciente”.

Em outras palavras, a Mente de Cristo estará conscientemente sendo a nossa, e exercendo, com a Verdade, o domínio total da situação.

CONTINUA NA PRÓXIMA SEGUNDA-FEIRA..>

 

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