APENAS MEDITE E TESTEMUNHE A AÇÃO ÚNICA DE DEUS!

Todo  mundo se aceita como vivendo na matéria e com corpo material. Esta crença coletiva é aceita sem contestação. Por quê? Porque a cega mente humana assim vê e assim nos reporta sua “visão fraudulenta”.

Estamos na matéria? Temos corpo material? NÃO! Se começarmos a contrariar esta crença coletiva falsa, passaremos a experienciar conscientemente nossa presença sob os cuidados espirituais de Deus, em Unidade com Ele. “São loucuras para os homens as coisas de Deus”, disse o apóstolo Paulo. Sabia que estas verdades, quando são assim vistas, são consideradas “loucuras”, e isto quando chegam mesmo a ser vistas.

A Seicho-No-Ie, por exemplo, teve sua origem com esta revelação: “Sofre-se porque se acredita que a matéria é real e sólida”. Quem pretende conhecer a Verdade deve partir desse ponto de vista iluminado: Deus, Espírito, é Tudo; matéria,  ilusão mental, é nada!

“A casa dividida não subsiste”, disse Jesus. Por se dar crédito à mente humana e às  suas informações materialistas é que “a “casa” (consciência) se dividiu! Passou-se a procurar explicações para os problemas da vida, teorias e doutrinas várias foram criadas, partindo de um “referencial humano”, e, em vista disso, falando em evolução, reencarnação, ressurreição, e outras. Que foi deixado de lado? A Verdade! DEUS, ESPÍRITO, sendo TUDO!

Se permanecermos em silêncio nesta aceitação, sem o desejo de “melhorar matéria” ou “melhorar o mundo material”, testemunharemos a Ação de Deus, Única, agindo tanto universal quanto especificamente como cada um de nós!

Desse modo, estaremos fazendo como Jesus, somente “dando testemunho da Verdade”. Este é o estudo do Absoluto! Mais dia, menos dia, todos os ensinamentos relativos se calarão diante dele.

“Eu, quando for erguido da terra (crença na matéria), atrairei todos a mim” (João, 12: 32). Assim disse Jesus, para nos ensinar esta Verdade.

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HABILITE O CRISTO EM SUA TOTALIDADE!

Receber a revelação de que “TEMOS A MENTE DE CRISTO” deveria deixar alguém extasiante de alegria, mas não é o que costuma ocorrer, porque a maioria apenas lê as palavras das revelações com o intelecto, quando teriam de lê-las abertos à própria Mente de .

Cristo assim nos diz: “Eis que ESTOU À PORTA E BATO; SE ABRIR, ENTRAREI, CEAREI COM VOCÊ, E VOCÊ, COMIGO”.

UMA VEZ MAIS, TEMOS A REVELAÇÃO DA NATUREZA DIVINA DE TODA A HUMANIDADE, VERDADE  ESTA QUE NOS LIBERTA A TODOS.

Assim como se dá com um programa de computação, pode o Cristo nos estar disponível, embora nos pareça necessitar de ser habilitado! Isto pelo fato de nos parecer estar desabilitado pelo uso falso e continuado da irreal “mente humana.

Sem forçar a habilitação da Mente do Cristo, declare-a como já operante e ativa, e aceite-a como sendo a sua Mente única “desde o princípio”. E então, reconheça que “estando ela já habilitada” como SUA MENTE REAL, nenhuma outra mente poderá existir para ocupar o seu lugar

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À IMAGEM DE DEUS

“E disse Deus: “Façamos o homem à nossa imagem e semelhança e ele domine sobre tudo”.

(Gênesis, 1:26)

Quando alguém começa a estudar o Absoluto,  é comum estranhar o princípio de que o Universo real é Perfeição Absoluta, e que todas as imagens visíveis são  ILUSÃO! Contudo, o princípio parte de Deus, das revelações divinas, de uma fonte outra que descarta inteiramente a limitada mente humana.

Foi sendo disseminada a “crença” de que “a perfeição original” do homem se alterou. Aceitá-la, é o mesmo que desmentir a Deus! Se Deus disse que fôssemos feitos à Sua imagem e semelhança, com capacidade de domínio sobre tudo, como acreditar que esta Obra divina tenha se modificado e,  não somente isto, mas que tenha se modificado para pior?

Como surgem os chamados “milagres”? Pela não aceitação das mudanças visíveis como reais e pela firme convicção de que A PERFEIÇÃO ORIGINAL continua presente e reinando sozinha, aqui e agora! A propósito, é esta a definição de “fé” que a Bíblia nos apresenta: “Ora, a fé é a certeza de cousas que se esperam, a convicção de fatos que não se veem.” (Hebreus 11;1).

Allen White recomenda o seguinte:

 “Em prece, contemple a Verdade de seu próprio Ser, que é a própria Perfeição. Aceite esta Verdade como única realidade de sua Existência. Contemple a Perfeição como a única Presença e Poder. E mais, contemple a Perfeição como a única Manifestação visível.”

Que significa estudar o Absoluto? Tomar esta atitude de endossar a Palavra de Deus; de não mais aceitar o testemunho da mente humana! Este radicalismo está expresso nas palavras de Jesus Cristo: “Não podeis servir a dois senhores”.

No Evangelho de Tomé, encontrado no Egito em 1945, encontramos as seguintes palavras de Jesus: “Há muitos em volta da cisterna, mas não há nenhum na cisterna”.

A humanidade aparenta estar hipnotizada, sem saber de onde veio, onde está e para onde vai. Mostra-se acomodada a esta suposta condição de ignorância. Mas os poucos que se interessaram pelo autoconhecimento, obtido por revelações, acabaram por descobrir reamente a Essência una da Vida; contudo, como reagiu o mundo às verdades reveladas? Ou as ignorou  ou ergueu estátuas para cultuar os mensageiros!

A Verdade comum a todas as revelações diz que Deus e homem são um! Esta é a “cisterna”. E, como disse Cristo, muitos apenas a ficam rodeando, sem se darem conta de ser vital o radicalismo, em termos de aceitação, reconhecimento e identificação com o revelado.

“Não existe um ponto onde Deus começa e o homem termina. Aquilo que é visível, de nós, é Deus. Nós somos Deus tornado visível.” Assim explica Joel S. Goldsmith. Jamais houve uma revelação tratando o homem como ser material, em evolução, ou separado de Deus.

Cada um de nós que radicalmente passa a se identificar com esta VIDA ESPIRITUAL UNA E PERFEITA está se contemplando “NA CISTERNA”, deixando apenas de rodeá-la, abandonando para sempre o dualismo sem frutos e sem sentido, criação ilusória da suposta “mente carnal”.

Jamais um mensageiro da Verdade se colocou como alguém superior ou inferior: a Vida é UNA! “Algo” acima da percepção humana constitui a real identidade eterna de cada um de nós, o nosso Ser verdadeiro! Este “Algo” não é matéria nem coisa alguma perceptível pela mente humana! Este “Algo”, e Deus, a Vida una!  Deus sendo –  em unidade –  todos nós! Este é o Fato! Percebê-lo, espiritualmente, é a parte que cabe a cada um de nós!

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EU SOU O CORPO INDIVISÍVEL DO UNIVERSO ESPIRITUAL INFINITO!.

Toda “contemplação absoluta” representa, de um lado, uma REVERÊNCIA ao AUTOR DA VIDA, e, de outro lado. nossa dedicação e interesse em CONTEMPLAR O SEU REINO PERFEITO e também NOSSA UNIDADE PERFEITA COM ELE, através do FILHO ESPIRITUAL que somos.

DEUS É TUDO, E CONTEMPLA A SUA TOTALIDADE COMO CORPO UNIVERSAL, COMO CADA IDENTIDADE ESPECÍFICA, E COMO CADA “CORPO ESPIRITUAL ESPECÍFICO”.

POR ISSO, ADOTAMOS UMA “ORDEM DE CONTEMPLAÇÃO”, QUE NOS PERMITE RECONHECER E NOS IDENTIFICAR COMPLETAMENTE COM O VERBO DIVINO ILUMINADO.

1. EU SOU O CORPO INDIVISÍVEL DO UNIVERSO ESPIRITUAL INFINITO.

Tudo e todos, que são reais existências, VIVEM EM MIM, em Minha Consciência Iluminada; “FORA DE MIM NADA HÁ! “FORA DE MIM” NÃO HÁ DEUS! Contemplo a Onipresença, a Onipotência, a Onisciência e a Oniação divinas em EVIDÊNCIA UNIVERSAL.

2. EU SOU A IDENTIDADE ESPECÍFICA VIVENDO COMO O CRISTO, EM UNIDADE INSEPARÁVEL DO TODO.

Assim como EU SOU a totalidade do Universo, EU SOU também o FILHO, UMA IDENTIDADE DISTINTA E ESPECÍFICA, VIVENDO COMO SER INDIVIDUAL.

3. EU SOU O CORPO ESPIRITUAL “TEMPLO INDIVIDUALIZADO” DE DEUS.

Assim como o “corpo do oceano” é também reconhecido como “corpos de suas gotas”,  O CORPO UNIVERSAL DE DEUS é também “contemplado” em sua FORMA ESPECÍFICA, COMO  UM “TEMPLO DE DEUS ESPECÍFICO”,  QUE É A “CORPORIFICAÇÃO” DO CRISTO ETERNO QUE SOMOS, DISTINTO, PORÉM, INSEPARÁVEL DO TODO UNIVERSAL.

Faça primeiramente a “contemplação” seguindo esta “ordem exposta”; a seguir, repita cada reconhecimento indo do terceiro ao primeiro, ou seja, fazendo sua IDENTIFICAÇÃO COM O CORPO ESPECÍFICO, COM A IDENTIDADE ESPECÍFICA, E, POR FIM, COM O CORPO UNIVERSAL, PERCEBENDO QUE TUDO CONSTITUI UMA “UNIDADE ILUMINADA PERFEITA”.

Faça as “contemplações” na quietude e no silêncio, “percebendo” e “sentindo”, EM SI MESMO,  a Presença ÚNICA de Deus. E caso lhe surja espontaneamente  algum “tema para contemplar”, inclua-o imediatamente!

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SUBA DE CIMA PARA BAIXO!

A crença de que meditamos para “conscientizar que Deus é Tudo” precisa ser extinta, e antes mesmo de meditarmos, se é que estudamos a Verdade Absoluta. Isto porque este estudo não é como ocorre com estudos humanos, em que a pessoa, de início, se vê desconhecedora de um assunto, como a música, por exemplo, para ir adquirindo este conhecimento aos poucos e com o passar do tempo! O estudo da Verdade é SER A VERDADE JÁ! Jamais você “aprenderá a ser Deus”. Por outro lado, o suposto “eu humano” nunca foi, é ou será Deus, uma vez que jamais existiu! E Deus – que é TUDO –  já é Deus!

Enquanto a crença em “se tornar Deus um dia” perdurar, suas meditações terão resultados comprometidos com a ILUSÃO! Desta prática errônea,  de acreditar que a meditação objetiva dar “conscientização da Verdade ao ego”, é que vem a errônea aceitação de que terminada a meditação, voltamos ao “mundo ilusório”. DEUS É TUDO!

Não medite para,  “durante” a meditação”, começar a aceitar  que DEUS É VOCÊ! Antes de meditar, aceite esta Verdade! Certifique-se dela primeiro! ! E então, poderá meditar corretamente,  que é simplesmente  “contemplar” este FATO VERDADEIRO  E JÁ ACEITO!

Infelizmente, dos ensinamentos relativos vieram as  práticas dualistas, que sempre pregam a existência de “seres humanos”  necessitados de  “conscientizar Deus”. Parta da Verdade ACEITA! A isto eu sempre denominei “subir de cima para baixo”. Sem assim proceder, a crença de que somos humanos, “sempre a conscientizar a Verdade”,  é que será perpetuada! E, desse modo, o que cada um estará conscientizando, será a ilusão!

Saia da prática dualista! A única VIDA Se expressando, é DEUS! A única Mente Se expressando, é DEUS! O único “VOCÊ” Se expressando, é DEUS!  Já parta, portanto, da aceitação consumada deste FATO,  e nunca de “expectativas de conscientização”. Suba “de cima para baixo”!

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A GRANDE REVELAÇÃO – 2

2

A Ciência Cristã declara que a doença é uma crença, um temor latente, que se manifesta no corpo em diferentes formas de medo ou moléstia. Esse temor é formado inconscientemente no pensamento silente, como quando despertais do sono e vos sentis mal, experimentando o efeito de um temor de cuja existência não vos apercebeis; mas se adormecerdes, realmente conscientes da verdade da Ciência Cristã – ou seja, de que a harmonia do homem é tão inviolável como o ritmo do universo – não podereis despertar com medo ou sofrimento de espécie alguma.
 
A Ciência diz ao medo: “És escuridão, o nada. Estás sem “esperança”, e sem Deus no mundo. Não existes, e não tens o direito de existir, porque “o perfeito amor lança fora o medo”.
 
Deus está em toda parte. “Por toda a terra se faz ouvir a sua voz, e as suas palavras até aos confins do mundo”; e esta voz é a Verdade que destrói o erro, é o Amor que lança fora o medo.
 
A Ciência Cristã revela o fato de que, se o sofrimento existe, é só na mente mortal, pois a matéria não tem sensação e não pode sofrer.
 
Se expulsais da mente mortal toda sensação de doença e sofrimento, essa sensação não poderá ser encontrada no corpo.
 
A posteridade terá o direito de exigir que a Ciência Cristã seja exposta e demonstrada em sua santidade e grandeza – e embora o ensinado ou o aprendido seja pouco, que esse pouco seja correto. Que haja leite para as criancinhas, mas não permitais que o leite seja adulterado. A não ser que se siga esse método, a Ciência da cura cristã se perderá outra vez e o sofrimento humano aumentará.
 
Provai a Ciência Cristã pelo seus efeitos sobre a sociedade – quanto à ilusão do pecado , da doença e da morte – produzem melhores frutos de saúde, justiça e Vida, do que a crença na realidade dessa ilusão jamais produziu. A demonstração da irrealidade do mal destrói o mal.
 

F I M

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A GRANDE REVELAÇÃO – 1

1

A Ciência Cristã revela a grande verdade de que, acreditar que o homem tenha uma mente finita e falível e, em consequência, uma mente, alma e vida mortais, é erro. Os termos científicos não têm significados contraditórios.
 
Na Ciência, a Vida não é temporal, mas eterna, sem começo nem fim. A palavra Vida nunca significa aquilo que é a fonte da morte, do bem e do mal. Tal inferência não é científica. É como dizer que a adição significa subtração num caso e adição em outro, e então aplicar essa regra a uma demonstração da ciência dos números, do mesmo modo como os mortais aplicam termos finitos em relação a Deus, para demonstrar a infinidade. Vida é um termo usado para designar a Divindade; e qualquer outro nome que se dê ao Ser Supremo, se for empregado com propriedade, tem o significado de Vida. Tudo o que erra é mortal, e é o antípoda da Vida, ou Deus, da saúde e da santidade, tanto em ideia como em demonstração.
 
A Ciência Cristã revela que a Mente, o único Deus vivente e verdadeiro, e tudo o que foi feito por Ele, a Mente, é harmonioso, imortal e espiritual; os cinco sentidos materiais definem a Mente e a matéria como distintas, mas reciprocamente dependentes uma da outra, para manifestarem inteligência e existência. A Ciência define o homem como imortal, como coexistente e coeterno com Deus, como feito à própria imagem e semelhança de Deus; o sentido material define a vida como algo separado de Deus, algo que tem começo e fim, e o homem, como muito distante da semelhança divina. A Ciência revela a Vida como uma esfera completa, como Mente eterna, existente por si mesma; o sentido material define a vida como uma esfera quebrada, como matéria orgânica, e a mente como algo separado de Deus. A Ciência revela que o Espírito é Tudo, asseverando nada existir além de Deus; o sentido material diz que a matéria, o antípoda de Deus, é algo existente fora de Deus. O sentido material acrescenta que o Espírito divino criou a matéria, e que a matéria e o mal são tão reais quanto o Espírito e o bem.
 
A Ciência Cristã revela Deus e Sua ideia como o Tudo e o Único. Declara que o mal é a ausência do bem, ao passo que o bem é Deus sempre presente, e que, portanto, o mal é irreal e o bem é tudo quanto é real.  A Ciência Cristã diz à onda e à tempestade: “Acalma-te”, e se faz grande bonança. O sentido material pergunta, em sua ignorância sobre a Ciência: “Quando cessará a fúria dos elementos materiais?” A Ciência diz a toda espécie de doença: “Sabei que Deus é todo poder e toda presença, e nada existe fora dEle”; e os doentes são curados. O sentido material diz: “Oh, quando cessarão os meus sofrimentos? Onde está ?Deus? A doença é algo existente fora dEle, que Ele não pode ou não quer curar?”
 
A Ciência Cristã é a única base segura da harmonia. O sentido material contradiz a Ciência, pois a matéria e suas pretensas organizações não percebem os fatos espirituais relativos ao universo, ou acerca do homem real, e de Deus. A Ciência Cristã declara existir uma só Verdade, Vida, Amor, um só Espírito, Mente, Alma. Qualquer tentativa de dividi-los provém da falibilidade dos sentidos, da ignorância do homem mortal, da inimizade contra Deus e contra a Ciência divina. 

Continua..>

DISSOCIANDO-SE DE NOMES DE FAMÍLIA

 

 

A identificação com todos os seres da Unidade Perfeita deve merecer, de nossa parte, “contemplações absolutas” a fim de que nos desabituemos da ilusória crença de que “temos familiares vivos e mortos”, enquanto em Deus somos todos Um, todos expressões perfeitas do próprio Deus.

Disseram os discípulos a Jesus: “Estão aí a sua mãe e seus irmãos!”. Respondeu-lhes ele: “Quem são? Minha mãe e meus irmãos são aqueles que fazem a Vontade de Meu Pai”. Falava da Família Divina eterna que formamos, sem que nos iludamos pela mente carnal, que sempre sugere suas falsas crenças!

A resposta de Jesus é a nossa, quando acatamos a Verdade de que “somos deuses” e, em vista disso,  que somos reais irmãos em eternas manifestações distintas!

“Tudo que é do Pai é do Filho”, Verdade já válida para unicamente aqueles que descartam radicalmente toda suposta ligação com “seres terrenos”, para colocar no Alto a Cristo Luz,  em sua ininterrupta e divina Oniação!

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A identificação com todos os seres da Unidade Perfeita deve merecer, de nossa parte, “contemplações absolutas” a fim de que nos desabituemos da ilusória crença de que “temos familiares vivos e mortos”, enquanto em Deus somos todos Um, todos expressões perfeitas do próprio Deus.

 

Disseram os discípulos a Jesus: “Estão aí a sua mãe e seus irmãos!”. Respondeu-lhes ele: “Quem são? Minha mãe e meus irmãos são aqueles que fazem a Vontade de Meu Pai”. Falava da Família Divina eterna que formamos, sem que nos iludamos pela mente carnal que sempre sugere suas falsas crenças!

 

A resposta de Jesus é a nossa, quando aatamos a Verdade de que “somos deuses” e, m vista disso, somos reais irmãos em etrnas manifestações distinias!

“Tudo que é do Pai é do Filho”, Verdade já válida para unicamente aqueles que descartam radicalmente toda suposta ligação com “seres terrenos” para colocar no Alto sua Cristo Luz,  em sua ininterrupta e divina Oniação!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

SER ABSOLUTISTA

Ser “Absolutista” é simplesmente “ser”. Por esse motivo, cada um que desperta para a Verdade descobre que “jamais despertou”, descobre seu “Eu” que sempre É, e se identifica, dizendo “Eu Sou”. Esta identificação com a Verdade exclui a suposta “mente humana” e sua parafernália de conceitos ilusórios! DEUS É TUDO! E esta totalidade perfeita é Quem dá expressão a Si mesma neste Agora Eterno.

Enquanto ensinamentos relativos ou dualistas falam em “mente que conhecerá a Verdade”, o enfoque absoluto fala da Mente única Se expressando universalmente, como Realidade infinita, e especificamente, como cada Ser individual que Se mantém “distinto” nesta Unidade Perfeita.

A Mente perfeita conhece toda a Verdade, e é esta Verdade conhecida que Se evidencia como cada Ser individual. As “contemplações” que partem da totalidade de Deus são atividades absolutas, que se dão segundo a própria Consciência divina Se concebe! Não se admitem “outras ações” ao lado da Oniação perfeita! Tal admissão não tem base espiritual ou divina! Por mais que pareça existir uma atividade temporal, benigna ou maligna, ela não é atividade alguma! Unicamente a Ação Absoluta É!  E esta Atividade perfeita e permanente constitui o “Eu Absoluto” que somos! Jamais existiu ILUSÃO! Jamais existiu “eu em ilusão” ou “eu que desconheceu a Verdade”: a Verdade é o Eu Único Se expressando! E este “Eu”, agora em expressão, é o seu “Eu”.

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“NAQUELE DIA CONHECEREIS QUE EU ESTOU NO PAI, VÓS EM MIM, E EU EM VÓS!”

Este site foi criado para levar em conta a Verdade de que DEUS É TUDO, e com textos que nos remontam sem rodeios à imediata REAL PERCEPÇÃO desta totalidade divina. Vários ensinamentos metafísicos ressaltam que Deus é Onipresente, Onipotente, Onisciente e Oniativo, mas levam em consideração supostos “planos relativos” de existência, que são ilusórios! De fato, a Verdade Absoluta é esta: nada há, afora Deus! E nesta totalidade, fica patente que Deus é Mente única em operação perfeita e infinita, e a presença desta Mente é a Onipresença Onipotente. O enfoque absoluto é radical ao máximo, descartando  tempo e espaço e nos fazendo admitir o AGORA que eternamente somos, sem levar em conta quaisquer  crenças sobre o que temporariamente aparentemos ser. Este radicalismo incomoda a quem não toma a decisão extrema de “ser a Verdade”; por isso mesmo, vários ensinamentos conservam a ilusória “parte humana”, através do que,  dizem seus seguidores, seus princípios se mostram “mais fáceis”de serem entendidos.

Falando francamente, não existe “mente para conhecer a Verdade”, uma vez que Deus, sendo Mente única, é a Verdade em Si. Este é o “ponto de partida” em nossas contemplações: o que nos faz discernir o que “já somos”, sem qualquer noção de crenças temporais que fazem alusões a respeito do “iremos ser” ou “iremos nos tornar”. Assim, partimos de Deus como Tudo, e nos incluímos em Sua totalidade.

O Universo inteiro, em vista da totalidade de Deus, é atividade da Mente única em operação constante e perfeita. Mesmo que tal atividade Se evidencie como infinitas variedades de ação em Si mesma, a Causa é única! Todas as infinitas ações são uma Unidade harmoniosa sendo!  São elas, portanto, a Oniação em Sua expressão infinita. Não há divisão entre as atividades que são a Oniação, apesar de serem todas elas distintas.

Ciente disso, assim disse Jesus: “Naquele dia conhecereis que Eu Estou no Pai, o Pai está em Mim, e Eu em vós”.

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A VERDADE DA CONSCIÊNCIA ILUMINADA ÚNICA!

No Gênesis, encontramos que o homem, tendo sido enganado pela “sabedoria da serpente”, acabou sendo expulso de paraíso. Que homem seria este? Que mente poderia ser enganada? NENHUM E NENHUMA! Eis as respostas! DEUS É TUDO! Exatamente onde o suposto homem parecia estar, verdadeiramente encontra-Se Deus, em manifestação individual; exatamente onde a mente passível de ser enganada parecia existir, encontra-Se a Mente Divina, aparecendo como a Mente individualizada. Conclusão: JAMAIS EXISTIU A EXPULSÃO DO PARAÍSO!

Qualquer “expulsão” implicaria dualidade, ou seja, a existência de um lugar, e a existência de alguém que pudesse ser expulso dele para algum outro. DEUS É TUDO! Deus é o Paraíso, e Deus é o Ser que eternamente o habita! Em outras palavras, Deus aparece como o Paraíso e como a totalidade de tudo que n’Ele está contido. E, ESTA TOTALIDADE, ESTA ONIPRESENÇA, CONSTITUI A EXPERIÊNCIA DE DEUS! 

Muitos dizem que não conseguem “sentir” esta Experiência de Deus, quando meditam. Assim, ficam com a falsa impressão de que teriam que se elevar ainda mais em consciência, o que, segundo eles, seria conseguido por meio de muita dedicação, horas de interiorização, etc. Contudo, não existe uma escala de graduação de consciência. DEUS É CONSCIÊNCIA, E DEUS É A ÚNICA CONSCIÊNCIA QUE HÁ! Deus está sendo, aqui e agora, a Consciência que cada um de nós já É! A Consciência de Deus, aparecendo como nossa Consciência individual, constitui a EXPERIÊNCIA DE DEUS. Assim, Deus está, agora e sempre, experienciando a Si mesmo COMO cada um de nós.  

Este fato não se deve a nenhum tipo de meditação, dedicação ou qualquer outra suposta atividade humana. NÃO EXISTEM ATIVIDADES HUMANAS! Deus é a ÚNICA Atividade real. Tampouco existe qualquer pessoa para “experienciar Deus”. DEUS É O ÚNICO SER, E DEUS DÁ EXPRESSÃO A SI MESMO COMO CADA UM DE NÓS. Queremos salientar o seguinte: não fazemos meditações ou contemplações da Verdade para “sentir” a Experiência de Deus. Nosso objetivo é outro: CIENTES DE QUE DEUS É A EXPERIÊNCIA DE SI MESMO, ALÉM DE SER O PRÓPRIO EXPERIENCIADOR, PERCEBEREMOS A INEXISTÊNCIA DE QUALQUER PESSOA SUPOSTAMENTE PROCURANDO SE ELEVAR EM CONSCIÊNCIA, TENTANDO SE UNIR A DEUS, OU FICANDO NA EXPECTATIVA DE EXPERIENCIAR DEUS. Isto seria algo impossível de ocorrer, além de contrariar a Verdade Absoluta aqui apresentada.  Nunca tente, como pessoa, “sentir” a Presença de Deus. Uma ilusão jamais poderia experienciar a Realidade. Em vez disso, independente de qualquer coisa, SAIBA QUE DEUS ESTÁ SENDO VOCÊ! 

“Muitos profetas e justos desejaram ver o que vós vedes, e não o viram; e ouvir o que vós ouvis, e não o ouviram.” (Mt. 13; 17). Não são pessoas, boas ou iluminadas, que têm e Experiência de Deus. SOMENTE EXISTE DEUS! E, Deus é a Sua própria Experiência COMO a Experiência de cada um de nós. 

Este conhecimento da Verdade nos dá condições de EXPERIENCIÁ-LA no AQUI e no AGORA, pois já não existem “seres humanos” e suas limitações. Há somente Deus, e Deus está sendo agora o Ser que cada um de nós JÁ É!

*

 

A NATUREZA DO PAI É A MESMA DO FILHO!

Se VOCÊ pudesse estar fora de Deus, ou separado de Deus, Deus não seria Deus! Estaria sendo incompleto, com alguém existindo em algum “lugar” onde Ele estivesse ausente, e, caso assim fosse, Deus não seria Tudo  nem seria Onipresença! O mundo sempre lidou com estas crenças falsas! As pregações religiosas de “forma apagada” também muito contribuíram para a disseminação das falsidades! A crença coletiva foi saturada com conceitos errôneos sobre Deus, o Homem e a Verdade! Ideias de que o homem foi “destituído da glória de Deus”,  que “o homem pecou”,  que “o homem se afastou de Deus”, etc, estão impregnadas à “medula” da crença coletiva! Entretanto, o que deveria ter sido ensinado, é que “a Verdade é permanente”, e que toda crença em mudanças é pura “ilusão”.

Jamais Deus deixou de ser Tudo! Jamais cada um de nós deixou de estar “uno com Deus”.

“Dei-lhes a glória para serem um, assim como nós somos um, ó Pai, perfeitos em unidade” (João 17: 22). Que estava Jesus dizendo? Endossando a Verdade IMUTÁVEL em meio a um povo iludido por falsidades! DEUS É TUDO! TUDO É UM! TUDO É UNIDADE PERFEITA! Esta é a Verdade revelada como “Boa Nova”.

A natureza de Deus, portanto, é a SUA natureza! O que é válido para Deus, é válido para VOCÊ! O que Deus não mantém, não existe para VOCÊ! O que Deus não é, também VOCÊ não é! Quando Jesus disse “ter vindo para que tenhamos VIDA com abundância”, estava  revelando a condição nossa na UNIDADE PERFEITA! Estava despertando o povo do “sonho”  inconsistente de separatividade de Deus, e removendo o véu hipnótico que aparentemente nublava a visão de nossa condição verdadeira, gloriosa e eterna!

Todas as condições apresentadas pela “mente humana” são irrealidades, assim como é irrealidade um “Sol sem brilho” observado através de uma chapa radiográfica! Mesmo que a humanidade inteira o veja usando esta chapa, e dê testemunho de estar “vendo Sol sem brilho”, jamais este suposto sol existiu, a não ser para quem se deixou iludir por não o estar vendo em sua imagem verdadeira. De idêntica forma, se alguém estiver nos vendo carentes, imperfeitos, doentes, “destituídos da glória de Deus”, ou “separados de Deus”, o que devemos entender é que estamos sendo “vistos” através do “filtro fosco” chamado “mente humana”. Não será esta maneira errônea de nos olhar que mudará o Eu Glorioso e iluminado que sempre somos. A Verdade é eterna! DEUS É UM CONOSCO!

Se alguém nos estiver olhando, e vendo em nós algo ou alguém que não seja Deus, o que devemos entender é que “ele terá de tirar a trave de seu olho”; e, de outro lado, se somos nós a fazer isso, devemos entender que “a trave” está se interpondo entre nossa visão e o que estivermos observando!

Se a “chapa radiográfica”, geradora do “sol sem brilho”, for extinta, o SOL DE SEMPRE será visto em seu fulgor total! Se a “mente humana”, geradora de “seres humanos sem luz” for extinta, o EU ESPLENDOROSO  será visto em seu fulgor total! A questão, portanto, não está em se corrigir a visão ou o objeto observado! Está em anularmos a suposta “mente” que se interpõe para nos mostrar uma imagem falsa, uma ILUSÃO. As meditações absolutas são feitas para que possamos entender que, por ser DEUS A MENTE ÚNICA, a suposta “mente humana”, que gera ilusões, ou que aparenta nos mostrar um universo de falsidades, é simplesmente NADA! Uma “trave” que não existe!

*

DEUS NÃO PRECISA DE SEU TEMPO DE MEDITAÇÃO

Sempre é ressaltado, nos textos sobre a Verdade, que este estudo requer muita dedicação, conhecimento dos princípios revelados e meditação. Durante as meditações, o que foi lido pode ser contemplado, discernido espiritualmente, e, é evidente, tudo isso nos será de enorme validade. Porém, outro ponto que precisa ser bem mais ressaltado, é que Deus não necessita de nada disso para Se revelar! Há pessoas que dizem: “Nesta semana nem pude meditar direito, pois foi uma correria danada e nem pude me concentrar!”. 

Isaías já nos revelou: “Antes que clamem, eu responderei”; ou seja. não há Deus algum vendo seres humanos em meditação! Fique com isto em mente: em qualquer parte, em qualquer situação, tenha você tempo ou não, Deus está Se revelando integralmente como VOCÊ! Portanto, mesmo que disponha unicamente de uma fração de segundo, entenda isto, e a Deus se abra por inteiro! Pense algo assim: “Pai, revela-te por inteiro neste agora!” Em seguida, perceba que, antes disso ter sido colocado, DEUS JÁ ESTAVA, E CONTINUA SENDO, A TOTALIDADE DE SEU SER INDIVIDUAL!

Esta prática constante, de nos abrirmos por segundos, e por inteiro, à totalidade da manifestação de Deus, vale muito mais do que horas despendidas em leituras de livros da Verdade! Que ninguém deixe de “ter Deus conscientemente”, enganado pela “lógica” explicação de que “a semana foi corrida”, que “faltou tempo”, ou algo parecido! Tais desculpas são uma ILUSÃO do tamanho do infinito!

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“NÃO TEMAS, PORQUE EU SOU CONTIGO”!

“Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça”. 

Isaías 41: 10

Quando as Escrituras nos apresentam as revelações ABSOLUTAS, pretendem que nos identifiquemos completa e radicalmente com elas, sempre fundamentados na Verdade de que Deus é TUDO.

“Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus” – este “EU SOU COMIGO” é para ser entendido e vivido como O Eu Sou  DIVINO que cada um eternamente é. Não há endosso de “ser temporal”” supostamente nascido e que jamais existiu.

“Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça”.

Entre no Silêncio, reconhecendo a Oniação fluindo como sua ATIVIDADE UNIVERSAL E ÚNICA! Solte-se nessa Autocontemplação Absoluta, que é VOCÊ PRÓPRIO sendo a Única Presença, o Único Poder e a Única Evidência! 

Tudo está  FEITO, aqui e agora, e tudo Se manifesta como PERFEIÇÃO ABSOLUTA!

*

 

“SOCORRO BEM PRESENTE!”

“Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações”.

Salmo 46:1-3

As Verdades se mostram vivas quando são “Contempladas” na quietude e no silêncio, ou seja, quando avançamos além do intelecto para percebê-la espiritualmente.

De que modo comprovamos que Deus “é socorro bem presente nas tribulações?” Primeiramente, devemos rejeitar todo ensinamento que divulgue “razões” que justifiquem motivos que entendem Deus como QUEM NÃO NOS ATENDA por causa de certos motivos aparentes!  DEUS NUNCA MUDA, E MANTÉM O UNIVERSO EM PERMANENTE “ORDEM DIVINA”!

Vá a Deus vendo a SI MESMO integralmente FORMADO do Verbo Divino. “Vir a MIM” significa ESTAR VIVENDO como Onipresença,  E, SIMULTANEAMENTE, como O SER INDIVIDUAL crístico,  que cada FILHO DE DEUS É!

Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem presente nas tribulações, PORQUE RECONHECEMOS SUA TOTALIDADE E UNICIDADE !” .

Afirme e contenple:

Vivo no Refúgio e Fortaleza de Deus, contemplando o Pai fazendo as obras sem reconhecer quaisquer supostas tribulações, por serem todas irrealidades, ausências ou “nadas”!

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QUEM DIZ QUE “NÃO TEM TEMPO PARA MEDITAR?”

“Orai e vigiai sem cessar”, enfatiza a Bíblia. Mesmo assim, muitos argumentam que a sua vida é corrida, que o tempo voa ou lhe anda escasso, e que “nem tempo para meditar lhe tem sobrado”!

É evidente que o mundo  tem-lhe parecido prioritário, já que nem tempo tem achado disponível para reconhecer que “DEUS É TUDO, TUDO É DEUS”!

“O que se vê procede do que não se vê”, disse Paulo. Se estivermos reconhecendo  a Onipresença e a Totalidade de Deus, estas Verdades, assim VISTAS, nos parecerão expressas como o que SE VÊ, ou seja, como projeções finitas da Verdade INFINITA!

Jamais se permita atropelar pela suposta “correria das aparências”, que são “sombras” simulando ser “reais movimentações”.

Medite com serenidade e tranquilidade, ciente de “ser a Oniação divina SUA VERDADEIRA ATIVIDADE, CONSTANTE E ONIATIVA! Desse modo, o suposto “tempo” se mostrará presente em suas mãos, por ser “procedente da Divina Ordem aparentemente NÃO VISTA, porém, que foi RECONHECIDA!

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SOMOS TODOS ILUMINADOS COM A LUZ DE DEUS!

Deus vivencia Sua TOTALIDADE em Si mesmo, sendo que Suas obras são todas iluminadas e perfeitas. Quando Jesus declara “não ser DESTE MUNDO”, e que igualmente  “DESTE MUNDO NÃO SOMOS”, EXPLICA SER O MUNDO UMA “APARÊNCIA HIPNÓTICA” EXPRESSANDO CRENÇAS FALSAS, que se destroem com o reconhecimento da Verdade.

Com “olhos bons” enxergamos a Deus face a face, mesmo com muitos entendendo não poder vê-Lo. Mas Jesus disse ter vindo para juízo, que é não ver “aparências” a fim de VERMOS A DEUS FACE A FACE.

ACREDITANDO EM “APARÊNCIAS”, O HOMEM ACREDITA NELA “TER NASCIDO” EM “CORPO CARNAL” , VENDO JESUS TAMBÉM PASSANDO pelas mesmas APARENTES crenças falsas, porém, sem se identificar com elas!

“Minha mãe e meus irmãos são os que fazem a Vontade de Meu Pai”, disse ele. Explicava que “somos frutos do Ventre que jamais gestou”, ou seja, que SOMOS DE ORIGEM DIVINA, SEM COMEÇO E SEM FIM!

OS NOVOS CONCEITOS TRAZIDOS POR JESUS ANULAM A CRENÇA DE NASCIMENTOS, MORTES E ENCARNAÇÕES!

“A NINGUÉM CHAMEIS DE PAI NA TERRA, POIS TEMOS UNICAMENTE A DEUS COMO NOSSO PAI, QUE ESTÁ NOS CÉUS”.

COLOCAÇÕES RADICAIS DA VERDADE DESSE TIPO, NÃO SÃO PARA SEREM AVALIADAS, E SIM “ACEITAS COM CORAÇÃO DE MENINO”, caso desejemos VER A DEUS FACE A FACE!

O “MUNDO DE APARÊNCIAS” NÃO PASSA DE UM “SONHO DA MENTE MORTAL”, E DESAPARECE EM SUA NULIDADE QUANDO ACATAMOS AS REVELAÇÕES ABSOLUTAS COMO VÁLIDAS PARA NÓS, AQUI E AGORA!

NÃO EXISTE FILHO DE DEUS FORA DE DEUS OU NÃO VENDO A DEUS! O PAI E OS FILHOS SÃO UM! E QUEM NEGAR O FATO AFIRMARÁ A ILUSÃO  DE SEPARATIVIDADE DO PAI, E SE ACHARÁ HABITANTE DO “MUNDO DO PAI DA MENTIRA”!

Creia que “Em Deus vivemos, nos movemos e temos o nosso ser”!  Isso significa endossar a Vida sendo DEUS VIVENDO COMO O SER QUE SOMOS! QUANDO A VERDADE FOR ASSIM RECONHECIDA, A LEI NOS REVELARÁ DEUS, VENDO  UNICAMENTE A SI MESMO EM SUA LUZ TODO ABRANGENTE, SENDO TUDO E TODOS NUMA UNIDADE PERFEITA! 

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ENXERGUE ATRAVÉS DAS IMPOSIÇÕES DO ERRO!

“Precisamos enxergar através das imposições do erro e provar que são irreais”.

Freda Benson

“TIAGO JÁ NOS PREVENIA: “SEDE CUMPRIDORES DA PALAVRA, E NÃO APENAS OUVINTES, ENGANANDO-VOS A VÓS MESMOS”.

Quando a Verdade nos é revelada, é evidente que se mostra discordante da maioria das coisas que são percebidas com os supostos “sentidos humanos”. Em vista disso, as Verdades requerem ser aceitas com total radicalismo, a ponto de não retermos dúvidas nenhumas quanto ao fato de serem verdadeiras!

Quando Paulo nos dá  sua orientação para que “nos despojemos do velho homem natural  e de seus feitos”,  para sermos cumpridores da Palavra teremos de dar crédito TOTAL a essa Palavra, sem “dividirmos a casa” com supostas CRENÇAS CONTRÁRIAS que neguem o FATO DE QUE O CRISTO SEJA A TOTALIDADE DE NOSSO SER.

Emmet Fox diz o seguinte: “Mude a mente e conserve-a mudada”!

A suposta “mente humana”,  por não ser realidade permanente,  não e nossa mente; é mutável e podemos alterá-la à vontade! Não é “mente verdadeira”, enquanto DISPOMOS DA MENTE DE CRISTO, esta sim,  imutável  e sempre testemunhando TUDO como sendo de natureza espiritual, divina e perfeita!

Freda Benson disse o seguinte:“Precisamos enxergar através das imposições do erro e provar que são irreais”. Explica a necessidade de lidarmos com o erro destemidamente, plenamente cientes de que DEUS É TUDO e que DEUS CONSIDERA TODA A EXISTÊNCIA REAL COMO “MUITO BOA”!

“A casa dividida    não subsiste”, disse Jesus. E quando nos firmamos na Verdade,  resolutamente, endossamos o TESTEMUNHO DE DEUS, agindo em unidade com a Oniação divina, conscientes de que “O PAI, EM MIM, É QUEM FAZ AS OBRAS”.  

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A MAIS PROFUNDA ORAÇÃO

 

Conta-se que alguém perguntou à Madre Tereza de Calcutá:
O que a senhora diz para Deus em suas orações?
– “Nada, eu só escuto”, respondeu ela.

E o que Deus diz para a senhora em suas orações?

– “Nada, ele só escuta”.

Essa é a verdadeira e mais profunda dimensão da oração: uma experiência de presença e de comunhão que transcende a tudo”.

Pergunta: Desde que eu era uma garotinha, eu fui criada como católica. Apesar disso, eu tinha uma grande tendência em negar Deus, em não acreditar na existência de Deus. E agora, graças a tudo o que você vem ensinando e compartilhando, sei que existe uma presença: sinto que uma quietude está aqui, a Consciência está aqui. Mas eu tenho o pensamento “por que devo orar?” Pois, se Deus é onisciente, onipotente, todo-amoroso, e assim por diante, não acho que Ele/Ela precisa de mim para dizer: “psiu, ei! Meu amigo está morrendo de câncer, você pode ajudá-lo?”. Não acho que seja necessário, mas eu gosto de rezar. Eu adoraria ouvir seus pensamentos, o que seria adequado para orar? Você acredita na oração?

Eckhart Tolle: Talvez você possa aprimorar as suas orações de súplicas (“por favor me conceda isto ou aquilo”) para transformá-las em “pequenos indicativos mentais”, visando a paz, por exemplo. Esses pequenos indicativos mentais (oração que lhe estou sugerindo) ainda se valem dos conceitos, porque toda oração consiste de palavras e conceitos – para apontar, indicar, e assim ajudá-lo a ir além dos conceitos. Você poderia fazer, por exemplo, uma afirmação – como fez Jesus, quando disse: “eu sou a luz do mundo”. É uma afirmação; é um conceito que aponta para uma realidade muito mais prifunda que a das palavras. Se você ainda quiser pedir algo, então você poderia dizer algo como: “por favor, seja-me revelado que eu sou a luz do mundo”. Usualmente, as orações comuns implicam em dualidade. Elas sugerem um Deus que está lá, ao passo que aqui estou eu, rogando a Deus. Tal dualidade é, em última análise, uma ilusão, porque a verdade é que você é uma expressão de Deus, do próprio Deus. Deus e você se fundem, vocês estão misturados. Assim, as orações de súplicas, que sugerem dualidade, não são as formas mais profundas de orar.

A oração mais verdadeira acontece quando você adota a atitude de ouvir, em quietude, ao invés de proferir palavras. Enquanto você gostar de rezar assim, está ok. Mas, gradualmente, comece a cessar de pedir a alguém para que faça algo para você, porque isso a mantém presa na dualidade.

Afirmações assertivas, se feitas corretamente, podem atuar como belos substitutos para as orações que comportam dualidade. Afirme: “Eu estou curado e completamente em paz”. Após isso, deixe haver espaço, permita que o espaço entre e atue. Apenas o “campo” sem forma do puro espaço. E descanse nesse estado. Realmente, a inteligência e o poder residem nesse espaço. Nesse estado de espaciosidade, a sua experiência é a de que você já é o Todo – inteiro, pleno, completo. A forma externa pode lhe sugerir que você seja algo diferente. “Eu sou um ser santo”, diz Um Curso em Milagres. Isso é o que você É, então é apenas uma questão de afirmar algo que você já é.

Você pode curar uma pessoa – quer a pessoa doente esteja ao seu lado, quer ela esteja distante e lhe venha à mente. A mais poderosa maneira de curar, no meu entender, é manter consigo a imagem da pessoa e mover-se profundamente para dentro de si, onde se encontra a Totalidade da Vida. Onde absolutamente nada é necessário, onde nada pode ser acrescentado. Nesse lugar profundo onde está a Totalidade da Vida, você contata também a totalidade daquela pessoa – ela já está curada/inteira nesse nível mais profundo, além da forma. Então, seguindo esse método, você parte da forma e se move para a dimensão da não-forma.

Essa é a cura que era praticada por Joel Goldsmith. Ele tem um livro fascinante chamado “A Arte de Curar Pelo Espírito”. Realmente, trata-se de não se ater por completo às condições (do mundo da forma) que precisam ser melhoradas, mas concentrar-se na realidade essencial de que o ser humano é um com a própria Realidade Essencial, e entrar na profunda quietude onde nada é necessário. Goldsmith costumava receber telefonemas, às vezes no meio da noite. Eram de pessoas que necessitava desesperadamente de uma cura; elas, então, diziam a ele os seus nomes e do que estavam sofrendo. Imediatamente, em seguida, ele largava do telefone e adentrava num estado absoluto de não-pensamento. Por um momento, ele ouvia o nome da pessoa, ele ouvia o que estava errado com elas, e imediatamente deixava inteiramente de lado tais informações/pensamentos. Ele, então, por dois ou três minutos, entrava em um estado de não-pensamento – um estado de absoluta presença. Existe uma perfeição absoluta no reino da não-forma. E essa perfeição absoluta é a essência da pessoa que, no nível da forma, necessita da cura. Então, você conduz a forma para a dimensão da ausência de formas, um espaço onde as formas não são. Nenhuma condição a ser tratada, onde nada jamais é necessário – apenas vá para dentro desse espaço. Essa era o seu modo de curar as pessoas. Ele foi um curador bastante poderoso. Essa é a última e mais elevada forma de cura, e que é realmente o tipo não-dual de oração. Nela, você vai além da oração, na qual diz: “Por favor, Deus, cure o fulano!”. Você penetra e contata a própria Fonte, que é inseparável de quem você é, e que é inseparável de quem é essa pessoa.

A oração pode converter-se gradualmente em uma atitude de escuta. Qual é o significado de “ouvir”? Ouvir significa que há um campo nú, “vazio”, de pura atenção, o qual é percebido quando despido das projeções dos pensamentos. Nesse campo, você percebe a inocência, a pureza, a simplicidade e inculpabilidade de todas as coisas. Permanecer nesse campo é o que significa a atitude de escuta. Não significa que você esteja esperando por alguma resposta, porque então você não estará realmente ouvindo. Na escuta você absolutamente não espera por nada – há apenas um campo de atenção pura. Essa é uma oração muito mais profunda do que com qualquer palavra proferida. Não há sequer o desejo de que a oração seja atendida, ou obter uma resposta. Estar em silêncio é o bastante.

Quando está escutando, você não está esperando por nada – há somente um campo de pura atenção.

Essa é uma forma de oração muito mais profunda e muito mais verdadeira do que qualquer palavra é capaz. A verdadeira oração acontece naquele ponto onde a própria oração também se converte em meditação: ela é ambas. Ela não espera por respostas, estar em profundo silêncio é um estado de graça, e isso é o bastante. Algumas vezes a resposta surge; algumas vezes, também, de repente, as coisas apresentam-se solucionadas. Ouça isto: quando surgir qualquer problema pertencente a este mundo, qualquer distúrbio – e eles acontecem o tempo todo envolvendo: pessoas ao seu redor, perturbações na mente, etc. -, apenas vá para o estado de “escuta”, de pura atenção, de pura consciência, no qual você se torna ciente da presença. O ato de escutar a presença é uma maneira poderosa de falar sobre ela e transmiti-la.

Quando você está presente, é como se você estivesse em um estado de escuta. É importante dizer, contudo, que o termo “escuta” tem sido usualmente associado com o sentido físico da audição. Mas, aqui, o termo “escuta” refere-se a um estado que se encontra além dos sentidos que percebem os fenômenos físicos; é um estado de consciência que sublinha, subjaz e que dá a base à existência do próprio sentido da percepção sensorial auditiva. Todo mundo sabe como é esse estado, porque quando você está realmente ouvindo um som fraco, o que é o estado de consciência que está por trás e que escuta aquele som fraco? É um estado de alerta absoluto e descontraído, relaxado. Assim, quando dizemos escuta, isso é algo útil, pois todo mundo sabe o que significa escutar. Eu estou apenas apontando para o fato de que a percepção sensorial externa não é a essência do escutar, o verdadeiro escutar; a essência da escuta é o estado subjacente da consciência, de receptividade absoluta e presença de alerta, que está por detrás da percepção sensorial auditiva.

É por isso, acredito, que uma das parábolas de Jesus falava sobre um servo que tinha o dever de ficar acordado, em estado de alerta, porque o servo não tem o conhecimento de quando o dono vai voltar para casa. Muitas das coisas de hoje apresentam-se a nós de forma um pouco distorcida, pois foram transmitidas verbalmente, e somente depois disso é que foram registradas; e, nesse processo, certas coisas foram viradas do avesso, e outras desapareceram. Eu acredito que, ao mencionar o servo que esperava pelo mestre, Jesus estava falando sobre uma atitude diferente – um estado de consciência. O servo está esperando em um sentido diferente da coisa normal que chamamos de “espera”, que nada mais é do que a mente dizendo “Quando irá acontecer? Por que ainda não ocorreu?”. O sentido utilizado aqui por Jesus é completamente diferente. Muitas e muitas vezes Jesus fala a respeito da espera, da importância de ficar acordado, alerta. Essa é uma parte muito importante de seu ensino: ficar acordado, não ir dormir, permanecer presente. Assim, todas as palavras que você usar na oração, lembre-se de fazê-lo como ponteiros ou indicadores para isso. Então você poderá dizer verdadeiramente: “Eu estou ouvindo”.

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“MANTÉNS EM PERFEITA PAZ AQUELE CUJA MENTE REPOUSA EM TI!”

“Ó Deus, manténs em perfeita paz aquele cuja mente repousa em Ti”

Isaías, 26: 3

Todo chamado “trabalho metafísico” se resume numa identificação total com a Mente sem ilusão. Não há mais de uma Mente, uma vez que DEUS É TUDO, e, portanto, é a Mente única evidenciada como o Universo real, espiritual e perfeito.

“Tu, ó Deus, manténs em perfeita paz aquele cuja mente repousa em Ti” (Isaías, 26: 3). Como há SOMENTE A MENTE DE DEUS, basta-nos reconhecê-la como a NOSSA MENTE, separando-a da ILUSÃO COLETIVA que, por ser voltada às ilusórias formas materiais, perde de vista a Verdade de que TUDO E TODOS SÃO INSEPARAVELMENTE “UM”!

O Universo é a MENTE DIVINA SEM ILUSÃO SE EXPRESSANDO COMO “PERFEITA PAZ”, PERENE E ONIPRESENTE.

Quem seria “aquele repousado em Deus” e mantido em “perfeita paz” por Deus? SERIA CADA UM DE NÓS IDENTIFICADO COM A MENTE DIVINA “SEM ILUSÃO”!

A humanidade entende como UNIDADE a Mente e a Ilusão, enquanto somente a Mente é REALIDADE, enquanto a ilusão é IRREALIDADE! Se virmos alguém com a “mente em ilusão”, veremos as  supostas formas separadas como “aparências mutáveis e discordantes da Paz perfeita”. Quando nos fixarmos na Mente ISOLADA das formas, nos acharemos “repousados na Perfeita Paz”

Paulo chamou a “mente em ilusão” de “mente carnal”, a  FALSA crença em formas materiais, que desviam a todos da Mente real que todos temos, sugerindo seu desfile interminável de imagens ilusórias em mutação. Diante delas, basta-nos “repousar na Mente divina SEM ILUSÃO”, e nela PERMANECERMOS! 

A Mente divina é o nosso LAR EM DEUS, é a nossa HABITAÇÃO CONSTANTE NA CASA DO PAI!

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