“NINGUÉM VEM A MIM, SE O PAI NÃO O TROUXER!”

“Não murmureis entre vós. Ninguém pode vir a mim a menos que o Pai, o qual me enviou, o atrair; e Eu o ressuscitarei no último dia”.

João 6: 44

A abertura espiritual procede de uma Revelação de Deus, dentro de cada um. Quando alguém lê e concorda com um princípio espiritual, é comum achar que foi a leitura ou um autor  que o motivou a se espiritualizar . Entretanto, na verdade, já lhe teria ocorrido, dentro de si \próprio, o revelar divino que, como “sombra”, lhe veio a surgir como se fosse fato deste mundo. Livros, autores, palestras e demais acontecimentos exteriores somente atestam seu “renascimento interior”. Por esse motivo, não são bem-sucedidos os anseios gerados externamente para tentarmos forçar alguém a entender e aceitar os ensinamentos! Eles podem ser apresentados e expostos; mas

serão aceitos e abraçados somente quando internamente houver ocorrido uma unção interna equivalente!

 Nesse sentido, assim disse Jesus:Ninguém pode vir a mim a menos que o Pai, o qual me enviou, o atrair; e Eu o ressuscitarei no último dia”.

Todo aparente intercâmbio de ideias espirituais é natural,válido e útil, quando decorre na vida naturalmente, sem que se pretenda forçar qualquer imposição ao próximo. Palavras e ideias são sementes, e, as boas, a seu tempo germinarão e trarão seus frutos!

Huberto Rhoden disse o seguinte:

“Quem é proclamado bem-aventurado feliz?  Quem é chamado Filho de Deus? Quem é que verá a Deus? De quem é o reino dos céus? Será de algum crente no dogma A, B ou C? Será o adepto da teologia desta ou daquela igreja ou seita? Será  o partidário de um determinado credo eclesiástico? Nem vestígio disto!

Os homens bem-aventurados, os cidadãos do reino dos céus, são os “pobres pelo espírito”,  são os “puros de coração”, são os “mansos”, os que são “pacificadores”, são os “misericordiosos”, “os que choram”, são os que “sofrem perseguição  por causa da justiça”, são os que “amam aos que os odeiam” e “fazem bem aos que lhes fazem mal”. No dia em que a cristandade resolver aposentar as suas teologias humanas e proclamar a divina sabedoria do “sermão da montanha” como credo único e universal, acabarão todas as dissensões, guerras de religião e excomunhão de hereges e dissidentes. Isto, naturalmente, supõe que este esse documento máximo da humanidade, como Gandhi lhe chama, seja experiencialmente vivido, e não apenas intelectualmente analisado”.

O fundamental é entendermos que VIVEMOS PERFEITOS NA ONIAÇÃO DIVINA! Este é o FOCO, e é o significado ABSOLUTO de irmos ao Pai, que nos faz perceber nossa “VIDA NELE MESMO”, “EM MIM”, como Oniação, Perfeição, Unidade e Eternidade!

É dessa forma que, aparentemente, expressamos em nosso “agir pelo não agir”, a “vida sombra” que  reflete, aos olhos  do mundo, a VIDA REAL QUE EM DEUS VIVEMOS!

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