“DE TODA PALAVRA OCIOSA QUE OS HOMENS DISSEREM…”

As “contemplações da Verdade” precisam ser endossadas em nosso discurso diário de cada suposto contato do dia a dia. Isto para evitarmos de ver diluir, entre tantas conversas banais,  a Verdade Absoluta reconhecida com tanto esmero nas “contemplações”!

Não é difícil entender que é nestes momentos de “palavras ociosas”, como as chamou Jesus, que as revelações se perdem como se perde a água por entre os dedos, quando a seguramos nas mãos.

Que significa “dar conta no dia do juízo”? Significa o rebaixamento da elevada “frequência mental”, obtida com as “contemplações”, vendo-a decair ao nível das maledicências do mundo! Todo dia é “dia do juízo”, ou seja, o dia em que vivemos ou “julgando pelas aparências” ou “realizando o juízo justo”, que é reconhecermos a nós mesmos e ao próximo como “deuses”, e não como “carnais” imersos em conversa fiada de toda espécie.  

A Lei mental age automaticamente: “Não te dou o que me pedes; dou-te o que se sintoniza com a tua frequência mental”. Por isso Jesus deixou o alerta: “O homem bom tira boas coisas do seu bom tesouro, e o homem mau, do mau tesouro, tira coisas más”.

 

Protegemos nosso “lar mental” levando sempre no carro, nos bolsos e nas bolsas, folhetos,  mensagens avulsas e “cards” da Verdade, e divulgando-os àqueles que vêm a nós recitar problemas e dificuldades. Sendo agraciados com a Verdade, mudarão de “frequência mental” e receberão as “boas coisas do seu tesouro”.

“Mas eu vos digo que de toda palavra ociosa que os homens disserem hão de dar conta no dia do juízo. Porque por tuas palavras serás justificado e por tuas palavras serás condenado” (Mt. 12: 36-37). 

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