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O QUE SIGNIFICA O NATAL
PARA MIM
Mary Baker Eddy
Para mim, o Natal envolve um segredo em aberto, compreendido por poucos, ou
por ninguém, e inefável, exceto na Ciência Cristã.
Cristo não nasceu da carne. Cristo é a Verdade e a Vida,
nascido de Deus, nascido do Espírito e
não da matéria.
Jesus, o Profeta da Galiléia, nasceu dos pensamentos
espirituais da Virgem Maria sobre a Vida e sua manifestação.
Deus cria o homem perfeito e eterno, à Sua própria imagem.
Portanto, o homem
é a imagem, a ideia, ou semelhança,da perfeição, ideal esse que não pode
decair de sua união inata com
o Amor divino, de sua imaculada pureza e
perfeição original.
Visto com os sentidos materiais,
o Natal comemora o nascimento de um bebê
humano, material, mortal, um bebê nascido em uma manjedoura, em meio aos
rebanhos e manadas de uma vila da Judéia.
Essa origem simples domenino Jesus está muito
aquém de meu senso do eterno
Cristo, a Verdade, que nunca nasceu e jamais morre.
Eu celebro o Natal com
minha alma, meu sentido espiritual, e assim comemoro a entrada, na
compreensão humana,
do Cristo concebido no Espírito, em Deus e não em uma
mulher, como sendo o nascimento da Verdade,
o alvorecer do Amor divino,
irrompendo sobre as trevas da matéria e do mal, com a glória do ser
infinito.
As doutrinas e hipóteses humanas ou a vaga filosofia dos homens conferem
pouco resplendor divino, pouca presença ou poder deíficos.
O Natal, para
mim, é aquilo que faz lembrar o grande dom de Deus, Sua ideia espiritual, o
homem e o universo, dom esse que de tal forma transcende o ato mortal,
material, sensual, de dar, que a alegria ruidosa, a ambição desmedida, a
rivalidade e o ritual de nosso Natal costumeiroparecem um escárnio humano,
um arremedo da verdadeira adoração que comemora a vinda do Cristo.
Eu gosto de observar o Natal em quietude, humildade, benevolência, caridade,
deixando que a boa vontade para com o homem, o silêncio eloquente, a oração e o louvor expressem minha concepção
do aparecimento da Verdade.
O esplendor dessa natividade do Cristo revela significados infinitos e
proporciona múltiplas bênçãos.
Os presentes materiais e os passatempos
tendem a obliterar, na consciência, a ideia espiritual, deixando o indivíduo
sozinho e sem a glória de Deus.
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“AQUELE QUE ME NEGAR DIANTE DOS HOMENS”
Em termos absolutos, somente um “EU SOU” Se evidencia como tudo e como todos, e “conhecer a Verdade” significa “desconhecermos” o suposto “eu nascido”, integrante ilusório do “mundo do pai da mentira”,
Jesus assim disse: “Mas aquele que me negar diante dos homens, eu também o negarei diante do meu Pai que está nos céus” (Mt. 10: 33).
Estava revelando o “EU ÚNICO”, ou seja, se alguém estiver negando a Presença divina em Jesus, certamente estará negando esta mesma Presença EM SI MESMO! Por quê?
Por estar dando sobre Jesus, e sobre si mesmo, o mentiroso “testemunho dos homens”, e não o de Deus! Por estar submisso ao cego “juízo pela carne”, e não pelo “juízo justo”. Os judeus negavam a divindade de Jesus; e obviamente, negavam a própria divindade deles! “Com a medida com que medirdes, também vos medirão a vós”!
Quando Pedro se anulou humanamente, declarando: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus Vivo”, Jesus disse-lhe não ter sido revelação da “carne”, mas do Pai! Assim como o ego somente consegue testemunhar o ego no próximo, o Cristo, de seu lado, somente consegue testemunhar o Cristo em todos, como fez Paulo, ao declarar: “Cristo é tudo em todos” (Col. 3: 11). Não mais se via sendo Paulo, e sim o Cristo, e esta Visão iluminada se tornou a “pedra” sobre a qual se ergue a “Igreja de Cristo”! Nada tem a ver, portanto, com “religiões” ou com “igrejas” terrenas!